Aos 20 anos, Luiz Antonio deixou o Engenhão na noite de domingo, depois de fazer sua estreia como profissional do Flamengo contra o Botafogo, de táxi, na companhia dos pais Luiz Carlos e Iza. Em dez minutos, ele estava em sua casa no Encantado, subúrbio do Rio. Um tempo bem menor do que o jogador leva diariamente para ir até o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, quando tem que pegar dois ônibus para chegar ao CT. Mas não foi o rebolado do volante para ir treinar que originou o apelido de ‘Pequeno Michael’ dado por Ronaldinho Gaúcho.
-Todos os jogadores me receberam com carinho. O Ronaldinho já me apelidou de Pequeno Michael, pois diz que meus cachinhos são parecidos com os do Michael Jackson na época em que ele gravou Thriller. É um sonho estar no profissional do Flamengo – afirmou Luiz Antonio, que fez questão de dizer que seu nome é com z e sem acento.
O jogador começou no futsal do Flamengo em 2003. Pouco depois, mudou para o campo e já foi convocado para a Seleção Brasileira de base. No último dia 30 de maio, o volante recebeu uma ligação e foi orientado a se apresentar junto com o grupo principal no dia seguinte. A princípio, ele pensou que faria apenas um treino, mas logo estava integrado ao profissional e ganhou camisa personalizada com seu nome e número.
- Foi estranho. Pensei que fosse treinar uma vez. Mas logo percebi que seria integrado, ganhei camisa com o número 38 e meu nome. Foi uma emoção
O jogador começou no futsal do Flamengo em 2003. Pouco depois, mudou para o campo e já foi convocado para a Seleção Brasileira de base. No último dia 30 de maio, o volante recebeu uma ligação e foi orientado a se apresentar junto com o grupo principal no dia seguinte. A princípio, ele pensou que faria apenas um treino, mas logo estava integrado ao profissional e ganhou camisa personalizada com seu nome e número.
- Foi estranho. Pensei que fosse treinar uma vez. Mas logo percebi que seria integrado, ganhei camisa com o número 38 e meu nome. Foi uma emoção
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