Uma proposta baixa para o padrão russo e nada mais. O Flamengo fomentou, espalhou e gostou de ouvir que Vagner Love voltaria ao clube na próxima janela de transferências. Porém, a movimentação dos dirigentes nos bastidores foi discreta.
O clube enviou a oferta de € 5 milhões (aproximadamente R$ 11,5 milhões) por 70% dos direitos econômicos do atacante e ficou de se reunir com o empresário dele, Evandro Ferreira, posteriormente. Até esta terça-feira não houve contato.
- Está tudo estacionado. Aquela proposta não está mais em discussão (foi recusada). O combinado seria uma nova reunião para discutirmos, mas parou por aí. Ninguém nos procurou. As coisas na vida mudam, né? Pode ser que agora eles achem o investimento alto – disse o representante.
Segundo uma fonte rubro-negra, o clube sempre soube que não teria "bala na agulha" para comprar Love, mas achou conveniente o estardalhaço da negociação porque desta forma esvaziou a pressão da torcida após o veto ao retorno de Adriano.
Na última visita do atacante ao Rio, no fim de março, funcionários do clube vazaram à imprensa que o jogador estava na Gávea acertando o retorno quando, na verdade, discutia-se pela terceira vez o parcelamento da dívida de R$ 700 mil da passagem anterior dele. Evandro Ferreira se esquivou quando questionado se acha que o Rubro-Negro usou o nome de Love para melhorar as manchetes.
- Não sei, mas acho que não foi isso. Deve ser mais uma questão financeira. O Flamengo pode responder melhor do que eu - afirmou Evandro.
Semana passada, no lançamento da pedra fundamental da construção do Centro de Treinamento, a presidente Patrícia Amorim avisou que não teria como aumentar a proposta inicial, mesmo ciente de que os russos a consideraram irrisória:
Semana passada, no lançamento da pedra fundamental da construção do Centro de Treinamento, a presidente Patrícia Amorim avisou que não teria como aumentar a proposta inicial, mesmo ciente de que os russos a consideraram irrisória:
- No momento há um limite e nós mantemos a proposta. Claro que gostaríamos de ter dinheiro sobrando e fazer uma oferta maior, mas não temos. O nosso tamanho é esse.
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